Quebra-cabeças são incríveis. Cada peça tem seu lugar certo. Cada peça só cabe no lugar certo. Não adianta tentar colocar uma peça em outro lugar que não o que lhe foi designado.
Se você pega uma peça e tenta colocá-la no lugar errado, o quebra-cabeça vai estar incompleto. Cada peça tem a sua singularidade. Todas as peças, por menores que sejam, são imprescindíveis. Sem todas elas juntas, integradas, não faz sentido.
Se as peças estiverem em seus devidos lugares, tudo vai parecer certo. Tudo vai ser como deveria ser. Mas se faltar alguma, ou se alguma estiver no lugar que não o seu, então, algo estará indubitavelmente errado. Não era pra ser. Você tenta, tenta e tenta. Mas não consegue. Pode parecer certo por uma fração de segundo, mas não era inicalmente determinado que fosse assim, e não será.
Essa é a vida. Você pode tentar, tentar e tentar, mas só quando a peça certa encontrar o lugar certo é que tudo vai fazer sentido.
Algumas peças podem ser aparentemente insignificantes, mas na realidade querem dizer mais do que as pessoas normalmente veem.
Se alguma peça, por menor que seja, estiver fora do lugar, haverá uma falha na estrutura, e falhas na estrutura, por menores que sejam, podem se tornar grandes rachaduras no futuro.
Se alguma peça estiver fora do lugar, o melhor a fazer é removê-la e encontar seu lugar certo. Remover essa peça pode ser difícil, mas a pequena dor da retirada não será significante quando comparada ao bem que virá quando essa peça estiver no lugar ao qual pertence.
Quando você olhar o seu redor e realmente conseguir enxergar um sentido em todas as coisas que te cercam, em todas as coisas, junta ou separadamente. Quando uma brisa te atingir e você conseguir realmente sentir a leveza. Quando o seu quebra-cabeça estiver completo, você finalmente terá encontrado todas as coisas que esteve procurando por todo esse tempo. Você poderá ver com seus próprios olhos que tantas tentativas não foram em vão, e que de cada uma delas você tirou um pequeno pedaço de cada peça fundamental do grande quebra-cabeça da sua vida.
Quem escreve
Aline, 16 anos, São José dos Campos. Livros, música, risos, internet, fones de ouvido, café, vícios, virtudes, esquisitices e instabilidade. +++
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